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NAS POSTAGENS A SEGUIR, EXPERIÊNCIAS DE VIAGENS, DICAS DE LUGARES INTERESSANTES, NOSSAS PESQUISAS E OBJETOS

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Móveis Gigantes x Pequenos Móveis




Nem todo mundo pode morar em casas e apartamentos enormes, onde cabem essas mesas quilométricas, estantes que parecem conjuntos habitacionais e sofás gigantes que se vê nas revistas e sites sobre design. Alguns desses móveis são lindos, mas se você não tem muito espaço/dinheiro e uma equipe de halterofilistas para carregá-los...


Nas lojas legais de móveis, poucas são as opções de mobiliário que combinam um bom desenho com proporções adequadas para uma casa ou apartamento de tamanho, digamos..., mais democrático. Morar em Tokio, Paris, Berlim, Nova Iorque ou Londres cada vez mais significa organizar-se em espaços menores, e em São Paulo não será diferente.






Pensando nisso, o Estudio Manus lança sua primeira linha de móveis, com peças minimalistas, atemporais, divertidas e úteis. Imaginamos elas como animais nômades, que permitem que mudemos a cara de nossa casa com facilidade. São móveis....móveis!






São peças como esse móvel 'Ema' abaixo, que pode andar pela casa, simplesmente se apoia com leveza as paredes, e pode servir como um pequeno bar para apenas suas boas bebidas e copos prediletos, ou estante para aqueles livros que a gente gosta de ter por perto, ou um lugar para objetos prediletos, ou sagrados.... ou tudo isso junto. O mancebo 'Gavetinhas' (com o Buda sobre ele) tem o mesmo conceito, com duas pequenas gavetas, um apoio-mesinha e ganchos em porcelana para dependurar agasalhos, bolsas...












Achamos que cada vez é melhor ter menos e melhores coisas. Grandes armários entulhados de coisas que não se encontram, estantes com livros da faculdade de décadas atrás, gavetas cheias de (argh...) contas do passado misturadas com vidros vazios... Preferimos imaginar pequenas 'Caixas de Parede' que servem para guardar o mais precioso e essencial, ou o que realmente precisamos e usamos no presente, como essas abaixo.













Ou essa penteadeira 'Caixa Rosa', que fechada é uma mesa com boas proporções e volumes delicados sobrepostos, mas que se bascula revelando um espelho e uma caixa de utilidade e preciosidades, e o tampo é todo tomado por gavetas rasas e discretas.












E também esse baú 'Revistas+Vinho', servindo como mesa lateral ou central mas que se desdobra com espaços úteis para revistas, livros, garrafas de vinho (cheias), etc...













A coleção completa dos novos móveis do Estudio Manus pode ser vista nesse link do Flickr.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Lâmpadas incandescentes antigas




Você já deve ter passado na frente de um bar ou restaurante , e desistiu de entrar por causa da luz do lugar.Ou entrou na casa de alguém e sentiu uma estranha sensação de desconforto por causa da iluminação...

Muitas vezes por causa do tipo de lâmpada que é usada , geralmente do tipo fluorescentes . Tudo bem , foram uma grande invenção , desde 1939 no mercado , economizam energia , geram mais luminosidade , etc... Totalmente a favor da economia de energia , de proteger o planeta do aquecimento, dos bebês foca e tudo mais. Mas que elas geram uma luz desagradável , dando uma atmosfera que lembra repartição pública e hospitais , alguém deve concordar.








Essa imagem, do artista Khuong Nguyen , é do ótimo site inglês "Who Killed Bambi " , que investiga quem realmente assassinou Bambi . Talvez mostre alguém que se matou por causa do desconforto da luz no local de trabalho. As abaixo também são do mesmo site , que merece ser conhecido.





Para ver a imagem do Bambi em animação , clique aqui .












Pior que quando tivemos anos atrás no Brasil problemas de fornecimento de energia, alguém sugeriu a substituição das lâmpadas incandescentes por aquelas fluorescentes em espiral, e muita gente transformou ambientes de luz agradável em espaços mórbidos e fantasmagóricos . Ainda bem que as lâmpadas na maioria eram de péssima qualidade, e foram acabando...


Mas não vamos nos desesperar . As boas e velhas lâmpadas incandescentes continuam por aí , para dar uma atmosfera gostosa para nossas casas .Bons e tradicionais restaurantes com o La Casserole ( mapa ) nunca deixaram de usá-las , basta passar em frente ou comer um bom prato lá para conferir . Arquitetos como o genial Isay Weinfeld valorizam seus projetos com elas , como no Forneria San Paolo ( mapa ) , onde Isay usou lindas e grandes lâmpadas incandescentes do passsado .











As imagens acimas são de antigas lâmpadas incandescentes do início do século passado . Elas tem algo de mágico , alquímico , como se preservassem um fogo sagrado dentro de uma redoma .Emitem uma luz quente , amarelada , gostosa , aconchegante , nada daquela luz irreal das fluorescentes , cheias de radiações e gases misteriosos .

No Estudio Manus , temos luminárias que usam réplicas de lâmpadas americanas de 1910 , com bulbo de vidro artesanal e bonitos filamentos de carbono internos .








Abaixo, luminária pendente com fio de tecido desenvolvida especialmente para a joalheria Central de Designers ( mapa ). Para ver mais imagens do espaço , mobiliário , expositores e iluminação desse nosso projeto , clique aqui .



segunda-feira, 9 de junho de 2008

Legumes e Flores





Há poucas semanas atrás, tivemos o prazer de ajudar na ambientação do aniversário de uma amiga, realizado em sua casa em São Paulo.





Usamos vegetais, como nabos, repolhos roxos, ervas frescas, cogumelos, combinados com flores e pedras calcárias arredondadas.






É um tipo de decoração e ambientação que também poderia ser usada em outro tipo de festa, comemoração, casamentos; solução simples, sutil e viável e que pode produzir um belo efeito.




Procuramos composições desses elementos que lembrassem Naturezas Mortas; talvez o nome em português seja um pouco mórbido, preferimos entendê-las na expressão em inglês "still life", algo como 'vidas paradas', pois é um tipo de arte que procura exaltar sobretudo a beleza e a vida ( embora deixando bem clara a transitoriedade delas... )






Um exemplo de grande mestre das Naturezas Mortas é Willem Claesz, pintor holandês nascido no final do séc. XVI.




Mais contemporâneamente, o fotógrafo americano Irving Penn tem belíssimos exemplos de fotografias de Naturezas Mortas.




sexta-feira, 14 de março de 2008

Cortinas Estudio Manus

Cortinas têm algo de careta, é meio difícil lidar com elas...





Mas podem virar algo interessante, quando cortinas não são exatamente cortinas.






Tecidos dependurados ao vento, para observar seu movimento e sua transformação ao sabor do sol,da chuva e do tempo, como essas fotografadas na ilha de Stromboli, próxima à Sicília, Itália.






Ou esses tecidos sem acabamento,meio colocados de qualquer jeito (?), que usamos na ambientação de um casamento, só para filtrar a luz e ampliar a cor das ervas e das flores de lavanda.





Ou essa, meio rebatedor de luz, com uma imagem botânica pintada à mão, feita para o Boa Bistrô, para voar e iluminar com suavidade.



Pode servir também para dependurar pequenos objetos, brincos,pins, memórias, coisinhas que não conseguimos jogar fora, como essa de veludo verde abaixo, cheia de penduricalhos



Talvez a melhor não cortina seja essa do fotógrafo francês Damien Bottura, que traduz o tempo, a luz, aquela poeira suspensa que observamos num momento de muita paz.

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